Fui pesquisar sobre “couvert artístico “ na internet pra ver se ainda existe essa polêmica e a quantas anda..Não andei muito pelo cyberespaço e encontrei o “blog do barzinho” que me deu um resumo do que eu procurava.
Vamos refletir então:
Conceito: couvert artístico é a cobrança de um valor fixo em moeda corrente ou percentual previamente combinado que serve para remunerar o serviço de divertimento oferecido por músicos ou artistas em apresentações ao vivo em bares, restaurante, bistrôs, cafés, etc.
Porra!
Então, ter ou não ter música ao vivo?
Cobrar ou não cobrar couvert artístico?
O nome é bonito, mas não vale nada pelo jeito.
Sempre vai ser essa loteria, se der gente o músico recebe. Se der gente, mas o público não quiser pagar você não recebe. Se der chuva, muito frio ou pouca gente, o músico ao invés de tocar ele dança!
Enfim é como se fosse culpa do músico ganhar ou não ganhar cachê.
Itajaí tem poucos espaços (bares) que se propõem a colocar musica ao vivo e quando têm, algumas pessoas reclamam de pagar e até não pagam mesmo sabendo que poderiam ter escolhido outro lugar.
O Mercado Velho, que é o nosso melhor espaço cultural, é explorado comercialmente por dois bares sendo um deles restaurante. Toquei neste final de semana lá (19/06) com meu irmão Wilson no violão e voz junto com Chico Preto na percussão. Acho que foi uma noite maravilhosa para todos que estavam ali (acho). Uma rápida pesquisa de opinião feita informalmente no final da apresentação mostrou a satisfação do público pelo nosso som, o que eu acredito, pois a gente estava com muita vontade de tocar e até passamos do horário.
Tudo ia bem até chegar a hora de receber o cachê. O bar contribuiu com 80% (82 pagantes) e o restaurante com muito mais poder contribuiu com 20% (27 pagantes). Onde está a lógica? Será que não foi tão bom assim? Os meus amigos que estavam lá se recusaram a pagar o couver? Será que será que será que será? Ou será que será que será que será?
Em balneário Camboriú neguinho paga 10, 15 pilas pra ouvir DJ (tocador de bolacha)
É, veio! Essa é a saga do músico de Itajaí que agora tem Conservatório, Faculdade de Música, estúdios de gravação, boas lojas do ramo, as famosas Oficinas de Música de setembro e pra que? Ganha qualificação, mas é respeitado?
Solução? Não sei, por isso estou estudando e trabalhando noutra área senão,…!
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Fontes: http://blogdobarzinho.blogspot.com/2007/11/couvert-artstico-ou-esmola.html
http://www.tocadordebolacha.com.br/pagina16.htm
http://www.procon.sp.gov.br/texto.asp?id=658
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=132879
http://www.cozinhaprofissional.com.br/arquivos/CP%20105%20-%20Ponto%20de%20Vista_HV4N1S.pdf






